
Para acalmar minha ânsia
abro de leve as mãos
vejo as linhas
que passeiam
tontas
se cruzam
em adivinhação.
Pra o futuro,
o traço da vida diz:
Morreste!
Traz-me, pois,
velas no amanhã
e fogo, e luzes
e perfume de flores
Impreca baixinho
aos céus, aos santos
aos orixás, aos deuses
Talvez eu ressuscite.
Quiça eu volte!
No amanhã.
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